segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Você sabia? 

   Que Navegantes é o terceiro maior centro pesqueiro da América Latina e o primeiro do País?


     Segundo pesquisa divulgada pela Urban Systems, o município é, atualmente, um dos melhores para se investir no Brasil devido a sua posição geográfica. Assim, conquistou o posto de uma das cidades mais prósperas de Santa Catarina. 
   Outro destaque é a construção naval, já que em Navegantes se encontra a mão de obra mais especializada do Brasil. O parque de construção naval e reparo de embarcações do município, é um dos maiores da América Latina. Navegantes possui diversos estaleiros artesanais, que ainda cultivam a tradição de fabricação das embarcações em madeira, uma arte que não pode e nem vai ser esquecida. 

   Sede da Portonave, o ambiente é mais que um porto, é um polo logístico completo e integra o segundo maior complexo portuário do Brasil. Atualmente, o Porto de Navegantes é líder no mercado catarinense, considerado o maior porto movimentador de contêineres de Santa Catarina e o terceiro maior do Brasil.
   Com uma localização privilegiada e natureza exuberante, onde o rio e o mar se encontram, o município vem se tornando uma das principais portas de negócios da região. Possui acesso pelas rodovias BR-470 e BR-101 e conta com um Aeroporto Internacional, o segundo maior de Santa Catarina, que opera com as principais linhas aéreas do país. Em 2014 foram realizados 16.976 pousos e decolagens, que transportaram cerca de 1,35 milhão de passageiros em uma média de 56 voos por dia.


   Nas praias da região acontecem campeonatos de surfe, asa-delta e parapente, são praias de grande beleza que atraem desde jovens e crianças até os vovôs e vovós. Todas as praias do município são dotadas de paisagens deslumbrantes.
   As festas em Navegantes recebem pessoas vindas de toda a região e até do exterior; O carnaval é bem badalado, com escolas de samba, trio elétrico, carros alegóricos e blocos, a época é de alegria e muita folia. Acontecem no mês de março, divertidas gincanas envolvendo a pesca de arremesso que reúnem os apaixonados pelo esporte.

  Em pleno desenvolvimento, o município recebe cada vez mais visitantes, sejam atraídos pelas belezas naturais, pontos turísticos ou pelas tradicionais festas. É um ótimo lugar para descontrair-se tomando banho de mar, ou adquirindo mais conhecimento sobre a cultura açoriana de Santa Catarina.

Fonte: Litoralsantacatarina.com

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Caixa anuncia redução de juros para financiamento imobiliário


Redução será de até 0,25 ponto percentual para todas as linhas.Taxa balcão – para não clientes – passa de 11,22% para 11% ao ano.



           A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (8) uma redução nas suas taxas de juros para financiamento de imóveis novos e usados com recursos da poupança. A redução será de até 0,25 ponto percentual ao ano para todas as linhas.

A chamada taxa balcão, para clientes que não tem relacionamento com o banco, cairá de 11,22% para 11% ao ano no Sistema Financeiro Habitacional (SFH), e de 12,5% para 12,25% no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).
Apesar da redução, a taxa balcão continuará acima da cobrada em março, quando estava em 9,9%.
Para os clientes que fizerem a opção de receber o salário pela Caixa e adquirirem imóveis novos ou na planta, cuja construção tenha sido financiada pelo banco, a Caixa irá oferecer condições iguais às oferecidas aos servidores públicos. A taxa de juros cairá de 11,22% ao ano para 9,75% ao ano no SFH, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis enquadrados no SFI.

  Caixa anuncia redução de juros para financiamento de imóveis novos e usados. (Foto: Divulgação)

Segundo a Caixa, as medidas "são reflexo da diminuição da taxa Selic" - juros básicos da economia, que foram reduzidos no mês passado pelo Banco Central para 14% ao ano.
"O objetivo é contribuir para alavancagem de vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e, consequentemente, atrair novos clientes para a instituição, com condições especiais no crédito imobiliário", disse a Caixa, em comunicado.
O banco anunciou ainda que o limite mínimo de financiamento no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) passou de R$ 100 mil para R$ 80 mil. No SFI, o limite para imóvel residencial é R$ 650 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde é de R$ 750 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.
Em março, banco elevou taxas

Taxas para empresas

Para o segmento Pessoa Jurídica, a Caixa reduziu a taxa de juros em 1 ponto percentual ao ano em todas as faixas de relacionamento. As taxas para Micro e Pequenas Empresas (MPE) cairão de 14% para 13%, e para Médias e Grandes Empresas (MGE) de 13,5% para 12,5%.
A Caixa elevou o prazo para empresas que pretendam financiar a construção de empreendimentos pelo banco, pelo SBPE, incluindo elevação do prazo do produto para até 36 meses e concessão de carência pós-obra de 12 meses.
Fonte: G1

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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Fique por dentro do mercado! Saiba quais são os índices de atualização e as taxas que reagem os financiamentos

    No momento que uma pessoa está atrás de um imóvel para comprar, algumas dúvidas aparecem e devem ser solucionadas para que não haja nenhum tipo de problema no momento da negociação ou no futuro o que seria ainda pior, pois o proprietário já estaria com a casa. As dúvidas geralmente são sobre as taxas que são cobradas em cima das prestações durante a obra ou até mesmo depois do empreendimento já estar construído. Sempre ouvimos sobre o INCC – como falamos anteriormente – o CUB e sobre o IGP-M, mas decidimos dar uma abrangência, sobre esses termos para auxiliar a todos nesse momento.



INCC

O Índice Nacional da Construção Civil, também conhecido por sua sigla INCC é usado para corrigir as parcelas dos empreendimentos, tanto na planta quanto em construção, isso até ele ficar concluído. Mas por que o reajuste é feito? Ele é feito para ficar sempre atualizando o valor que está sendo pago pelo cliente, isso de acordo com a variação do preço de tudo o que envolve a construção do imóvel, como os materiais para a construção, os salários e todo o gasto que pode ir mudando por diversos valores, entre eles a inflação nos produtos.

CUB

O CUB (Custo Unitário Básico) funciona mais ou menos como o INCC e ele vai atualizar as parcelas dos imóveis que ainda não estão concluídos. O CUB é calculado baseado no custo médio do metro quadrado do imóvel construído. E assim como o anterior, vai levar em questão o valor dos equipamentos para a construção, os materiais, todas as despesas que envolvem a construção do imóvel e etc. Isso não é algo calculado nacionalmente. O sindicato de cada estado calcula esse valor.

IGP-M

Diferente dos anteriores, o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), será o índice que vai calcular os valores das prestações depois que o imóvel já está pronto, já que os outros cuidavam da parte em que ele estava na planta ou sendo construído. O IGP-M só será utilizado quando o financiamento do imóvel é feito direto com a construtora responsável.

Mas como o IGP-M é calculado?

– IPC (Índice de Preços ao Consumidor) que será correspondente a 30% do IGP-M.

– IPA (Índice de Preços por Atacado) que corresponde a 60% do IGP-M.

– INCC ( Índice Nacional de Custo da Construção, que será correspondente a 10% do IGP-M

TR

Utilizada pelos bancos, a TR (Taxa Referencial) é usada junto às parcelas do financiamento do imóvel. O valor dessa taxa é definido mensalmente pelo Banco Central e isso é feito de acordo com a remuneração média das aplicações feitas pelo banco.  TR é utilizada como referência para o reajuste na caderneta de poupança e em contratos, por exemplo.

Fonte: Imovel web - Agencia MY

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

10 coisas com as quais você pode gastar menos (ou parar de gastar de vez)



O economista Renan Coutinho, diretor do site Juros Baixos, fez uma lista de dez coisas com as quais as pessoas costumam gastar só porque estão acostumadas.

"Existe hoje uma série de tecnologias que estão modernizando todas as áreas possíveis; se a pessoa fica no automático, ela acaba optando pela solução mais cara."

Confira a lista a seguir:

1) Estacionamento

Os estacionamentos estão cada vez mais caros. Em São Paulo, por exemplo, o estacionamento ao lado de uma casa de show pode custar entre R$ 50 e R$ 100. Mesmo fora de eventos, no dia a dia, os preços costumam ser altos. A dica é evitar ir de carro, optar pelo transporte público, usar aplicativos de transporte (como Uber, WillGo e Cabify) ou ir de carona. Se for de carro, procure estacionamentos mais afastados do local, que podem ser mais baratos, ou até mesmo vagas na rua --mas fique sempre atento à segurança.

2) Celular

As tarifas de celular podem ser grandes vilãs do orçamento se a pessoa não souber adequar o plano às suas necessidades. Se escolher um plano barato demais e usar muitos extras, o barato pode sair caro. Se escolher um plano muito caro e usar pouco, vai jogar dinheiro fora. É importante se informar periodicamente sobre as tarifas e planos da própria operadora e também pesquisar os preços de outras empresas. Outra dica é aproveitar as promoções das empresas que não cobram para fazer ligações para a mesma operadora e usar esse benefício entre familiares, por exemplo.

3) TV a cabo

Você realmente assiste a TV a cabo? Vale a pena assinar? Os preços podem ser bem altos: os pacotes mais completos podem ultrapassar R$ 200 por mês (pesquisa de preço em 14/9/2016, preço da TV a cabo sem combo em São Paulo). A assinatura de serviços de streaming de vídeo e séries online custa cerca de dez vezes menos. Há, ainda, opções gratuitas.

4) Música

A menos que você seja um colecionador, diz Coutinho, é melhor parar de gastar dinheiro com álbuns e CDs, porque há muitas maneiras de ouvir música gratuitamente ou pagando pouco. Serviços de streaming --como Deezer (parceiro do UOL), Rdio e Spotify-- permitem ouvir músicas sem pagar e também oferecem assinaturas. O YouTube também é uma opção.

5) Ingresso inteiro

Mesmo não sendo estudante nem tendo mais de 60 anos, será que você não consegue economizar no ingresso? Há bancos, seguradoras, operadoras de celular e outras empresas que dão descontos em cinema, teatro, restaurantes, hotéis e até mesmo cabeleireiros. Se você é cliente, será que está aproveitando isso? Além disso, as próprias redes de cinema oferecem ingressos mais em conta em determinados dias da semana.

6) Passagens aéreas

O preço de uma passagem aérea pode variar quase 100% dependendo do dia e da hora que for feita a pesquisa. Há vários sites que comparam preços de passagens e ajudam a encontrar as tarifas mais baratas (por exemplo, Skyscanner, Voopter, Mundi, Kayak e Orbitz).

7) Serviços bancários

Os bancos oferecem conta-corrente gratuita e diversos pacotes de serviços gratuitos. Há, ainda, comparadores de preços entre empréstimos, que permitem encontrar crédito mais barato. Cartão de crédito sem cobrança de anuidade é outro exemplo.

8) Lanches e água

Sair com lanches de casa na bolsa, como frutas secas ou barra de cereais, é uma maneira não só de economizar, mas também de manter uma alimentação saudável. Outra dica é levar uma garrafa plástica com água. Se for passear no shopping, ir à faculdade, ao trabalho ou à academia, em vez de gastar comprando garrafas novas, aproveite os bebedouros para encher sua garrafinha. Além disso, é uma atitude sustentável para o planeta.

9) Mensagens

O serviço de troca de mensagens via SMS costuma ser cobrado pelas operadoras, mas quem tem um smartphone pode usar aplicativos que transmitem mensagem de texto ou voz e até permitem ligações --como Whatsapp, Telegram, Skype e Messenger.

10) Livros

Os livros são necessários para obter conhecimento, mas podem custar caro. É possível economizar ao comprar livros digitais, livros usados em sebos, ou buscar a biblioteca mais próxima da sua casa. Nesse último caso, a informação sairá de graça.

Fonte: Uol economia. 

terça-feira, 27 de setembro de 2016

A praia a seu favor... 

O sol, o mar e o contato com a natureza no litoral fazem um bem enorme à nossa saúde física e mental. Descubra por quê!


Listamos dez benefícios que você pode conquistar ao aproveitar o mar para cuidar do corpo por dentro e por fora

1- pernas firmes
Além dos benefícios energéticos do contato com a areia da praia, caminhar à beira-mar descalça estimula a propriocepção, que é a percepção do corpo por meio de um movimento que desafia o sistema nervoso central. Esse tipo de treinamento melhora a coordenação motora, o equilíbrio, a força, a velocidade e a flexibilidade. "Como é um exercício aeróbico agradável e não exaustivo, andar na areia estimula os músculos mais profundos, fortalecendo as articulações de pernas, joelhos, tornozelos e bacia pélvica", diz o dermatologista José Carlos Greco (SP). "Sugiro, ainda, andar com a água até o joelho para trabalhar a musculatura das coxas e combater a flacidez", recomenda a médica Edislene Viscardi (SC). E, para o astral, não existe nada mais relaxante do que andar olhando o mar, o céu...


2- ação anti-inflamatória 
Responsáveis pelas desagradáveis e incômodas micoses, que costumam "invadir" sobretudo nossos pés - região predileta destes germes -, os fungos gostam e precisam de umidade e calor para a sua sobrevivência. "Mas num ambiente como a praia, onde ficamos descalços e mais expostos, facilitamos a ação do iodo livre da água do mar, que é um agente antifúngico", explica o especialista José Carlos Greco. O sol também melhora doenças inflamatórias como psoríase, dermatite seborreica e eczemas, e ainda diminui a coceira e a descamação. "Isso acontece porque a radiação ultravioleta possui um efeito anti-inflamatório", afirma a dermatologista Denise Steiner (SP). Mas a dermatologista Juliana Martins Neiva (RJ) faz uma ressalva: "Para combater essas dermatoses, a exposição solar deve ser feita por poucos minutos e antes do horário de pico, das 10 horas ou após as 16 horas".

3- o mar hidrata
É verdade. E aqui vai uma verdadeira aula de ciências para explicar esse fenômeno. "Osmose é a passagem de água de um meio sem íons (hipo-osmolar) para um meio com íons livres (hiperosmolar). Os íons livres que temos nos sais da água do mar se impregnam em nossa pele, que, por mecanismos osmóticos, 'sugam' a água que está armazenada mais internamente em nosso organismo, aumentando o grau de hidratação da pele", ensina José Carlos Greco. Por essa razão, podemos dizer que a água do mar hidrata a cútis.

4- unhas fortes 
A quantidade de iodo na água do mar não é tão grande para que este oligoelemento seja utilizado terapeuticamente para fortalecer as unhas. No entanto, o contato livre e diário delas com a água salgada em que o iodo está presente, acaba promovendo este benefício, já que a substância melhora a queratina das unhas deixando-as mais firmes e menos quebradiças. "Para um mês de férias, um banho de dez minutos diários é o suficiente para esta ação", recomenda José Carlos Greco.

5- cálcio para os ossos 
Tomando os devidos cuidados, como evitar a exposição solar entre 10 e 16 horas, reaplicar o protetor solar (com FPS 30, no mínimo) a cada duas horas, proteger o rosto com chapéu e os olhos com óculos escuros, dá para curtir o lado bom do sol. "Ele é indispensável na síntese da vitamina D pelo organismo, necessária na fixação do cálcio para manter e fortificar os ossos", explica a dermatologista Denise Steiner. "Bastam apenas de 10 a 15 minutos diante do astro-rei para desfrutar desse efeito", garante a especialista carioca Juliana Neiva.

6- pele renovada
Graças às altas temperaturas, no verão nossa alimentação é mais saudável, pois ingerimos maior quantidade de frutas, saladas e água. "Ao beber mais líquidos, hidratamos nossa pele da maneira mais eficaz, de dentro para fora", avisa a dermatologista Cláudia Magalhães (PE). O resultado é uma pele bonita, viçosa e tratada. Já a maior abundância de frutas, verduras e legumes nas refeições garante excelentes quantidades de vitaminas, sais minerais, fibras e substâncias antioxidantes que combatem os radicais livres. E não é só. "Esse cardápio saudável também melhora o metabolismo de renovação celular e acelera a eliminação de toxinas nocivas à nossa saúde", explica José Greco.

7- pulmões limpos 
Você já deve ter percebido que logo nos primeiros dias de folga no litoral, seu aparelho respiratório (nariz, garganta, pulmões) passa por uma verdadeira limpeza, pois você elimina uma grande quantidade de secreções. Segundo José Carlos Greco, isso acontece porque ao respirarmos perto do mar, há uma desintoxicação osmótica (lembra o que é osmose? Passagem de líquido de um meio para outro) e o resultado é bem parecido ao que conseguimos lavando o nariz com soro fisiológico. Como consequência, fica tudo limpo e desobstruído e nossa respiração bem melhor e mais saudável.

8- esfoliação para os pés 
Diferentemente das outras partes do corpo, os pés possuem uma camada de queratina mais espessa e de difícil remoção. "Por essa razão, o simples ato de andar descalço na praia faz que o contato da pele com os grãos de areia promova uma esfoliação mecânica capaz de soltar as células mortas, deixando a região mais lisa e macia", afirma a dermatologista carioca Juliana Neiva.

9- combate à celulite e à flacidez 
A o bater em nossas coxas e culotes, as ondas fazem uma massagem vigorosa nessa região, aumentando a circulação local e promovendo uma importante ação de drenagem linfática, que melhora substancialmente a celulite. Tanto que os dermatologistas recomendam drenagem linfática no tratamento de celulite, gordura localizada e flacidez cutânea, com duração de 30 minutos a uma hora, a cada três dias. "Além disso, nos mantermos em pé e equilibrados no mar contra a maré requer um trabalho muscular que também melhora a celulite e a flacidez", afirma a dermatologista Edislene Viscardi.

10 - viva o bom humor 
Há quem diga que bastam cinco minutos ao sol para acabar com qualquer depressão. É quase isso. "O bom humor está diretamente ligado à luz solar, porque ela estimula a glândula pineal, responsável pela produção de endorfinas em nosso cérebro. Estas substâncias é que promovem a sensação de prazer e bem-estar", afirma Cláudia Magalhães, dermatologista de Recife. "Além disso, a radiação solar diminui a taxa do hormônio melatonina, cuja produção aumenta em condições de estresse, podendo levar à depressão", esclarece o dermatologista José Carlos Greco. É por isso que nos sentimos felizes e reenergizados na praia, onde ainda desfrutamos de uma agradável sensação de liberdade e controle do nosso corpo por podermos usar menos roupas.


Fonte: Uol

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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

A Grande Aposta: Porque não teremos uma crise imobiliária como a dos EUA



Por que o mercado brasileiro não terá uma grande crise imobiliária?

Em A Grande Aposta, conhecemos uma série de detalhes sobre as regras do mercado imobiliário americano, algumas bastante diferentes das nossas. É importante pensarmos nesse ponto: cada país tem seu sistema bancário, suas leis e sua cultura, consequentemente, nenhum mercado imobiliário é igual ao outro, embora possam haver algumas semelhanças.

A partir disso, já podemos pensar: se existe mesmo uma crise potencial no mercado imobiliário brasileiro, com certeza ela não será igual a que houve nos Estados Unidos. Ela terá, inclusive, um impacto muitas vezes menor. Duvida?

Vamos explicar aqui alguns motivos que aparecem no filme e que mostram o porquê disso:

1 – Valor percentual financiado dos imóveis

No filme, vemos casos em que as pessoas financiavam até 100% do valor dos seus imóveis – e na economia americana eram muitas pessoas que faziam isso. Imagine comprar um imóvel sem dar nenhum valor de entrada?

Ok, no Brasil até pouco tempo era possível financiar até 90% do valor do imóvel em uma linha de crédito da Caixa Econômica Federal, mas no último ano vimos já ajustes significativos nas regras de financiamento. Nesta linha, por exemplo, o valor percentual máximo financiado passou a ser de 50%.

2 – Compradores com real poder de compra

Outro ponto importante é em relação a análise de risco de crédito. Um mercado em expansão é menos exigente em relação a quem empresta dinheiro, não é mesmo? Vimos isso no Brasil há alguns anos, quando o mercado imobiliário cresceu rapidamente. Hoje, algumas pessoas que adquiriram imóveis naquela época não são capazes de quitar seus financiamentos e estão devolvendo seus imóveis.

Antes da crise, isso aconteceu em larga escala nos Estados Unidos. Em “A Grande Aposta”, conhecemos o conceito dos subprimes. Esses eram financiamentos de alto risco concedidos a pessoas que não tinham bom histórico de pagamento. Para você ter ideia, a declaração de renda para esses empréstimos era feita verbalmente, sem nenhum documento de comprovação.

Quando muitas dessas pessoas deixaram de pagar suas parcelas, o mercado começou a ruir. Além disso, a garantia para esses empréstimos era muitas vezes as próprias casas das pessoas. Com a crise, o preço dos imóveis caiu e o valor das garantias também: era o caminho para um colapso.
No Brasil, uma das coisas que temos percebido é justamente uma análise mais rigorosa do poder de compra de quem quer adquirir seu imóvel. Isso pode ser um problema no momento para você, pois sente os entraves para concluir suas negociações, mas certamente evita que nosso mercado entre em colapso.


3 – Não há bolha imobiliária no Brasil

Apesar de muitos defenderem que estamos vivendo uma bolha imobiliária no Brasil, isso não está acontecendo. O conceito de bolha imobiliária pressupõe uma alta muito grande de preços de imóveis, seguida de uma queda muito brusca – assim como aconteceu nos Estados Unidos.

O que percebemos nos últimos anos no nosso mercado é bastante diferente. Tivemos, sim, um crescimento de preço significativo na última década. Porém os preços médios dos imóveis nos últimos tiveram variações próximas à inflação na maioria das cidades. Aqui é importante falar que estamos nos referindo a imóveis de revenda, que no Brasil correspondem a cerca de 80% do mercado imobiliário.

Se você quiser entender melhor as variações de preço na sua região, precisa acompanhar o DMI (Dados do Mercado Imobiliário), estudo realizado mensalmente pelo VivaReal. 

4 – Percentual de PIB financiado

Para acontecer uma crise no mercado imobiliário, geralmente há um alto valor percentual financiado em relação ao PIB. Ou seja, a soma de todos os valores financiados vigentes naquele país muito próxima à soma dos valores gerados a partir da produção de seus bens e serviços em um determinado momento.

No Brasil, este percentual ainda é muito pequeno, por volta de 10%, segundo dados de 2015. Nos Estados Unidos esse valor hoje está por volta de 67%. Quando houve a crise imobiliária americana, esse percentual era ainda maior: acima de 90%. O impacto foi enorme justamente porque existia uma grande quantia de dinheiro financiada para compra de imóveis, comprometendo o mercado financeiro e, consequentemente, todos os setores da economia.

Veja nessa tabela a relação PIB X Crédito Imobiliário em alguns países:

5 – Demanda por habitação

No Brasil ainda existe uma demanda por habitação muito grande. Por ser um país em desenvolvimento, ainda existem muitas famílias que não possuem imóvel próprio, além de nossa população ainda estar crescendo numericamente.

Não podemos esquecer também que a vida das pessoas continua, apesar dos momentos econômicos difíceis: ainda há gente se casando, tendo filhos, se divorciando, saindo da casa dos pais ou mudando de cidade. Ou seja: o mercado imobiliário não irá parar!

Fonte: Vivareal.com.br/vivacorretor